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DISCOS VOADORES NAZIS

 

Em 1919, quando o nazismo ainda estava dando os seus primeiros passos sob o comando de Adolf Hitler, foi criada uma organização paramilitar muito conhecida, as SS.

As SS é a sigla para a expressão em alemão Schwarze Sonne, que quer dizer Sol Negro. Em Portugal, ela é conhecida como "Secção de Segurança"(obviamente, um nome de fachada, pois, se traduzirmos "secção de segurança" para o alemão, a sigla nunca ficaria SS).

 

Então, no mesmo ano, foi criada uma subdivisão da SS, a SS E4. Da SS E4 emergiram várias outras organizações, como a seita Thule Geselschaft (que ainda existe no Tibete) e a organização VRIL. Estas duas eram subsidiada pelas SS E4, que por sua vez obedeciam à SS. A VRIL tinha a função de encontrar novas tecnologias, especialmente porque Hitler já planejava uma "segunda guerra mundial", para que a Alemanha vingasse as humilhações impostas pelo tratado de Versalhes após a Primeira Guerra.

 

Então, a VRIL projectou um avião chamado VRIL-1, mais conhecido como RFZ-1, que tinha uma formato discóide inédito, e um inovador sistema de sustentação. Entretanto, este projecto só ficou pronto em meados dos anos 30. Em um campo de testes secreto, o piloto de provas Luter Weitz fez o primeiro teste. Logo após a descolagem, ele subiu rapidamente aos 60 metros de altura. Infelizmente, o desenho era imperfeito, e logo depois o avião caiu como uma pedra.

                               

Antes que ele capotasse e se destruísse, Weitz conseguiu saltar da nave. Aquele voo inaugural deu um novo ânimo aos nazis, que começaram a projectar e construir mais destes aparelhos. Curiosamente, os nazis foram os primeiros a chamar tais naves de "discos voadores". O sucessor do RFZ-1 foi o RFZ-2, cuja missão mais importante foi a espionagem aérea do território inglês.

 

        

 

 

 

OS NOVOS MODELOS

Após a geração RFZ, surgiu a geração Haunebu (nebel= fumo, bruma, névoa), mais poderosa e com naves maiores. Estes foram os primeiros esforços nazis de se fazer um disco voador que pudesse alcançar o espaço sideral. O VRIL-3, mais conhecido como Haunebu I, era um disco quase do tamanho do RFZ-2, mas um pouco maior (no máximo doze metros de diâmetro) e com uma torre de disparo montada no tecto. O seu sucessor, o Haunebu II, era um verdadeiro tanque voador. Com 56 metros de diâmetro e três torres de disparo, este foi o primeiro VRIL a conseguir chegar ao espaço.

 

A partir da Haunebu II, todos os outros discos voadores alemães foram desenvolvidos na colónia alemã de Neu Shwabenland (nova Suécia), um terreno de 600.000km² na Antárctida. Lá foi também produzido o Haunebu III, este sem dúvida era uma arma de destruição maciça. Com 84 metros de diâmetro, mais de dez torres de tiro espalhadas pela carcaça, e uma autonomia de oito semanas de voo, o Haunebu III tinha tudo para esmagar os aliados. O modelo seguinte, Haunebu IV (mais conhecido como VRIL-7), tinha 120 metros de diâmetro, e foi testado sobre o mar Báltico, obtendo formidável êxito, porém, acabou servindo como veículo de transporte.

 

O último modelo VRIL de que se tem notícia é o Andromeda, apelidado pelos aliados de "Charuto Voador", graças à sua forma cilíndrica. Era usado para transportar Haunebus. Além destes modelos, existiram vários outros, como o disco Kugelblitz Flugkreisel, criado para estudar os efeitos aerodinâmicos em uma turbina operando na vertical. Um outro modelo utilitário, o RFZ-7T, foi desenvolvido para lançar bombas atómicas em New York. Entretanto, teve um acidente nas proximidades de Praga, na República Checa, durante um exercício de aterragem e ficou totalmente destruído.

 

                             

   ANDROMEDA                           HAUNEBU I                         HAUNEBU II                             HAUNEBU III

 

 

 

AS ARMAS

Com o advento dos aviões VRIL, surgiu um outro problema: que armas eles iriam carregar? Hitler insistiu que eles tivessem os canhões dos tanques PzKpfw (Panzer) IV, porém, por um defeito que os cientistas alemães não sabiam explicar, o disparo do artefacto desestabilizava a nave. Foi então criada uma arma especial para estas naves: o Laser Negro, também conhecido como Raio da Morte. Esta era a arma que equipava os discos voadores nazis.

 

 

 

O FIM DA GUERRA

Mas a guerra não acabou com o bombardeio de Nagasaki (09/10/45) como se aprende na escola. A última batalha da guerra ocorreu em 1946, na operação Highjump, onde os EUA e a Inglaterra mobilizaram uma força conjunta de 6500 homens, dezenas de navios e centenas de aviões, com o intuito de destruir e neutralizar a ameaça que constituía Neu Schwabenland.

Infelizmente, essa operação falhou e perderam-se cerca de 1000 tropas aliadas.

 

A  meio caminho do regresso aos Estados Unidos, Richard Evelyn Byrd fez uma declaração numa conferência para a imprensa no Chile (para desespero das autoridades), em 05 de Março de 1947, que pode ser considerada uma das maiores provas de tudo que aqui está sendo exposto: “A Terceira Guerra Mundial poderia começar a se concretizar a partir dos Pólos, devido às estranhas naves, aviões e discos que por lá aparecem e circulavam constantemente sobre os céus da Antárctida”.

 

Devido à sua sinceridade para com a imprensa, Richard Evelyn Byrd foi reformado  e dado como inapto para o exercício das suas funções e passou os seus últimos dias num respeitável manicómio norte-americano. E esta operação foi ironicamente apelidada pelas fileiras militares norte-americanas de “PENGUIN WAR” (Guerra dos Pinguins), já que o alto comando insistia em dizer para a imprensa que na Antárctida não existia nada além de pinguins. 

 

 

 

 

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