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DRÁCULA

 

Drácula nasceu em Schassburg na Transilvânia no séc. XV, para ser mais preciso foi em 1428, assumiu o posto de príncipe da Valáquia (Wallachia) em 1436. Este homem era um guerreiro da igreja católica, e sua família fez um juramento a ela de combater os turcos, ele seria um herói da igreja se não fosse por ele ter executado e empalado muitos de sua religião. Por seus actos, ele era também conhecido como Vlad, O Empalador.

 

Só na noite de 24 de Agosto de 1460, Vlad, O Empalador, matou 20 mil pessoas, entre as quais incluíam, mulheres, velhos e crianças. Seus actos eram totalmente brutais, antes de matar sua vítima, ele a torturava enfiando uma estaca no corpo da vítima a ponto de não matar, só causar dor, amarrava os membros em cavalos, e puxava, sem matar ainda, por fim, como golpe de misericórdia, ele enfiava uma lança no abdómen do alvo, levantava-o e deixava fincado no campo de batalha.

 

Teve um tempo de sua vida, que, Drácula ficou aprisionado pelos turcos como modo de que Vlad Dracul (seu pai), não os traísse. Durante este tempo como prisioneiro Drácula aprendeu a língua turca, aperfeiçoou suas técnicas de tortura e estratégias de combate, até os guardas que cuidavam de sua "estadia” com os turcos, tinham medo do pequeno Drácula, pois conheciam o que o garoto poderia fazer com seus conhecimentos.

 

Depois que seu pai morreu decapitado em 1447, Drácula viveu com inúmeros tutores e em inúmeros lugares, aprendeu muitas línguas e todas as formas e estratégias militares dos turcos e dos católicos, conhecia todos os pontos fracos de ambos os lados. Era sempre levado por seus tutores aos campos de batalha nos tempos de guerra, assim começou seu gosto por sangue, morte e torturas. Ainda com raiva dos turcos por terem executado seu pai, queria vingança, mas a matança não parou só com os turcos, ele queria mais, assim começou a matar católicos, e foi considerado pela igreja como um monstro, após matar suas vítimas bebia seu sangue, chegou até a fazer um comentário irónico uma certa vez dizendo "eu estou enjoando do cheiro de sangue coagulado".

 

O castelo de Drácula, era na época, praticamente invulnerável a ataques, diziam que neste castelo existia uma passagem secreta que passava por baixo da montanha, que ele usava para fugir quando uma investida contra seu castelo era bem sucedida, mas esta passagem nunca foi encontrada.
Existe uma suposição de que Bram Stoker estudou profundamente a vida de Vlad Tepes antes de escrever seu livro, pois muitas informações estão incrivelmente exactas, como a localização de seu castelo.

Depois de uma vida inteira de matança, tanto de turcos como de católicos, Vlad Tepes foi assassinado em 1476.

 

 

 

JOHANNES CUNTIUS  O VAMPIRO

 

Relatos de seres "vampíricos" já foram apresentados diversas vezes. Uma certa vez foi sobre Johannes Cuntius que, na noite de sua morte um gato entrou em seu quarto e arranhou seu rosto. Após o enterro, o vigia da cidade começou a relatar ruídos estranhos vindos da casa de Cuntius todas as noites. Outras histórias extraordinárias foram relatadas de outras residências.

Uma empregada, por exemplo, relatou ter ouvido alguém cavalgando em volta da casa e depois para o dentro do edifício, abalando-o violentamente. Em outras noites, Cuntius apareceu e teve encontros violentos com antigos conhecidos, amigos e membros da família. Entrou no quarto e exigiu dividir a cama com a mulher.

 

Como outras aparições  Cuntius tinha uma presença física e uma força extraordinária. Numa ocasião, relata-se que arrancou dois postes firmemente enterrados no solo. Todavia, em outras ocasiões ele aparentemente operava de forma não-corporal - como um fantasma - e desaparecia subitamente quando era acesa uma vela em sua presença. Dizia-se que Cuntius cheirava mal e tinha extremo mau hálito. Relata-se que uma vez transformou leite em sangue.

 

Sugava as vacas até que ficassem sem sangue, numa tentativa de chamar a atenção, não somente de sua esposa mas como também de diversas mulheres de sua cidade. Uma pessoa a qual tocou disse que sua mão era fria como o gelo. Diversos buracos dando para o local de seu caixão apareceram ao lado do túmulo. Os buracos foram preenchidos, mas reapareceram na noite seguinte.  Os moradores da cidade, incapazes de encontrar uma solução para essas ocorrências, resolveram finalmente verificar o cemitério, cavaram diversos túmulos.

 

Todos os corpos estavam em adiantado  estado de decomposição, menos o de Cuntius. Embora já estivesse enterrado a seis meses, seu corpo ainda estava macio e flexível. Puseram um bastão na mão do morto e ele o agarrou. Cortaram o corpo e o sangue espirrou.

Foi convocada uma audiência judicial formal, sendo pronunciado um julgamento contra o cadáver. Foram dadas ordens para que o corpo fosse queimado. Como este demorou a queimar, o corpo foi cortado em pedacinhos, o executor relatou que o sangue estava fresco e puro.

Após a cremação, a figura de Cuntius nunca mais foi vista.

 

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